120 anos do Cajueiro de Humberto de Campos


Ao assumir a então secretaria municipal da cultura, em janeiro de 2005, o jornalista Arlindo Leão (O Piaguí Culturalista) encontrou o cajueiro de Humberto de Campos em situação de quase abandono. O jardim, sem nenhuma proteção, servia de local para todo o tipo de desordem: do uso de drogas, necessidades fisiológicas à prostituição.

Arlindo na época pediu à secretaria de agricultura um diagnóstico da situação do cajueiro, que estava se deteriorando em um estado avançado. Com as providências tomadas, colocação de grades protetoras, vigilância, tratamento adequado, medidas de controle etc., o cajueiro voltou a ficar frondoso e frutificando anualmente.

A reinauguração das reformas aconteceu na manhã do dia 29 de abril de 2007, e contou com a colaboração do Lions Club de Parnaíba no processo de restauração.

Na oportunidade, a secretaria da cultura brindou os presentes com a apresentação do monólogo “Um amigo de infância”, pelo grupo J. W. Produções Artísticas, que emocionou a todos.

Antes de deixar a pasta, Arlindo Leão estava tentando a compra por parte de um empresário cearense, admirador do famoso escritor, da casa onde morou Humberto de Campos, que iria doar para o município para que fosse transformado em um memorial, formando com o cajueiro um complexo cultural.

Saiba mais

O cajueiro de Humberto de Campos, o mais famoso do mundo, foi plantado em 1896. O jardim foi construído pelo prefeito Mirócles Véras (1941) e remodelado pelos prefeitos:

- Alberto Silva (1956);
- Lauro Correia (ampliado em 1966);
- João Batista Ferreira da Silva (1977);
- José Hamilton Castello Branco (2007).

Humberto de Campos faz referências ao seu cajueiro na famosa obra Memórias, páginas 215 a 221, um dos clássicos da literatura brasileira, traduzida para outros idiomas.

Por: Arlindo Leão
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