Dois ou dez. Arrastão não é relacionado ao número de bandidos e sim ao modo de operação

Termo nasceu nas praias de Copacabana no Rio de Janeiro. Consiste no roubo coletivo de dinheiro, telefone, relógios, anéis, bolsas e às vezes até mesmo de roupas dos transeuntes por um grupo de pessoas.

Por: Bruno Santana


A criminalidade, a falta de segurança está tão banal em Parnaíba, que nas últimas 24h se discute o termo “arrastão” ao invés de discutir a falta de segurança. É simples, dois criminosos, armados, agressivos, fizeram sim um ARRASTÃO em uma cafeteria/bar no complexo turístico do Porto das Barcas nesta quarta-feira (19).

Uma das vítimas relatou que um dos assaltantes ordenou que o comparsa atirasse em sua cabeça pelo simples fato da demora em entregar seus pertences. “Eu fiquei assustado sem reação, daí o outro falou, atira logo na cabeça dele! Entreguei carteira, celular, relógio”.

Não adianta querer enganar a população pagando para mídia A ou B maquiar o acontecido. Aconteceu e acontece sim arrastão em Parnaíba.
Dois ou dez. Arrastão não é relacionado ao número de bandidos e sim ao modo de operação Dois ou dez. Arrastão não é relacionado ao número de bandidos e sim ao modo de operação Reviewed by Redação on 08:19 Rating: 5

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